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Raramente o médico dispõe de um tratamento tão eficaz e rápido, com resultados quase  imediatos,  para tratar uma doença grave como acontece com a ivermectina no tratamento do COVID-19. Foi no final de março, quando eu tratei meu  primeiro paciente com COVID-19,  obeso, 130 quilos, 2 metros de altura, que havia passado os dois últimos dias sentado na janela, aspirando o ar fresco para tentar melhorar a falta de ar (sem resultado), com estado geral péssimo, dores nos olhos, dores de cabeça, ausência de olfato e de paladar, dores musculares e fraqueza intensa. Vi seu sofrimento e acabava de ler o estudo da Monash University mostrando o efeito in vitroda ivermectina, destruído 98% dos vírus em 24 horas e 100% em 48 horas. Sabia que era uma droga extremamente segura, testada há 40 anos em humanos, durante os quais nunca causou um óbito. Diante desses fatos e observando a deterioração rápida do estado geral do paciente,  sabendo que estava evoluindo rapidamente  para insuficiência respiratória e UTI, respiradores e sabe-se lá qual seria o desenlace, eu  decidi  que usaria a medicação para tentar reverter esse quadro, mesmo sabendo que não havia sido utilizada in vivo. Mas tinha a certeza de que mal não poderia fazer. Imediatamente administrei uma dose proporcional ao quilo de peso, repeti no dia seguinte e no dia subsequente. A esposa do paciente também estava infectada com o COVID-19 e  em 24 horas ela não tinha mais nenhum sintoma. O paciente estava dentre os de maior risco, pelo peso e sexo,  demorou 48 horas e começou a ter uma rápida regressão de todos os sintomas. Fiquei maravilhada e assombrada pela  velocidade da recuperação que eu não esperava. A sensação que eu tive foi de alívio e de alegria. Na sequência passei a utilizar para todos os pacientes que estavam com o COVID-19  e, em todos eles, eu consegui um resultado maravilhoso de cura rápida e eficaz, muitas delas acompanhadas de intensa sudorese na fase da regressão. Todo médico se alegra quando o seu paciente melhora e comigo não poderia ser diferente, faz parte da nossa missão, o que se espera de um curador. Esse sentimento de alegria misto com felicidade e de certeza do dever cumprido se repetiu inúmeras vezes quando eu tratei meus pacientes com essa medicação.

Referências:

Heidary, F., Gharebaghi, R. Ivermectina: uma revisão sistemática dos efeitos antivirais para o regime complementar COVID-19. J Antibiot 73, 593–602 (2020). https://doi.org/10.1038/s41429-020-0336-z

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