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CONSULTAS

Dra. LUCY KERR

Dra. Lucy Kerr é uma das pioneiras da utilização da ultrassonografia como método de diagnóstico no Brasil, sendo reconhecida nacional e internacionalmente como especialista e estudiosa do método.

É Presidente-fundadora da SBUS – Sociedade Brasileira de Ultrassonografia, tendo permanecido no cargo 3 gestões consecutivas e Presidente-fundadora da FISUSAL – Federação Internacional de Sociedade de Ultrassonografia da América Latina, tendo permanecido no cargo de 1998 a 2011.

Recebeu 2 comendas, a da Ordem do Mérito Médico, em 1991 por designação do então Presidente do Brasil, José Sarney e a comenda da Ordem do mérito Ultrassonográfico em 2012 da SBUS.

Formada em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pós graduou-se em Ultrassonografia Diagnóstica em 1977 pela Wake Forest University, como bolsista do CNPq e complementou seus estudos na Thomas Jefferson University, ambas nos EUA.
Possui títulos de Especialistas em Ultrassom em 6 Sociedades Científicas, sendo 4 nacionais, inclusive a SBUS e AMB, assim como e 2 internacionais ARDMS e FISUSAL.
De 2002 a 2006 foi professora da disciplina de Ultrassonografia da UNISA, a primeira criada no Brasil e chefe do departamento de Imagenologia desta universidade.

Já proferiu mais de 400 palestras em congressos, jornadas, simpósios, reuniões científicas, seminários, fóruns, debates, mesas-redondas e encontros científicos. Organizou mais de 40 eventos científicos, presidiu 12 congressos de Ultrassonografia, publicou 60 artigos de ultrassom e escreveu 20 livros e capítulos de livros, o mais recente em setembro de 2014, Ultrassonografia e Doppler Gastrointestinal.
Alguns dos sinais ultrassonográficos que descreveu, hoje, são internacionalmente consagrados e citados em livros e publicações cientificas, o principal deles a sistematização dos sinais de benignidade e malignidade de nódulos tireoidianos pelo US e Doppler e publicado no Ultrasound Quarterly , 12(1): 21-43, 1994, posteriormente adotado para definir a necessidade de investigação invasiva de nódulos tiroidianos, até hoje constando dos principais critérios da classificação TIRADS para definir conduta.

Em 28 de março de 2017 apresentou o resultado de 6 anos da aplicação do método tríplice (US, Doppler e Elastografia) no diagnóstico diferencial dos nódulos benignos e malignos da tireoide no Congresso Anual do AIUM – American Institute of Ultrasound in Medicine, e em 2018 descreveu um novo sinal elastográfico que permite antecipar se o nódulo maligno da tireoide é ou não invasivo.

É presidente do IKERR-Instituto Kerr, onde ministra cursos à distância e presenciais e é diretora da Sonimage desde 1983.

Tem estudado intensivamente a doença produzida pelo Covid-19 desde suas primeiras manifestações na China em 2019 e iniciou em março de 2020 o uso da medicação ivermectina no tratamento e prevenção do COVID-19 no Brasil, tendo desde então ministrado aulas, conferências, entrevistas e lives para orientar a população e prefeituras na utilização dessa medicação antiviral. Em junho de 2020 orientou a administração da ivermectina em Itajaí que foi tão bem executado pela prefeitura, pela equipe local de saúde e de informática, que permitiu realizar o maior estudo mundial sobre administração em larga escala da ivermectina que, embora retrospectivo, tem dados estatísticos muito sólidos e já foi recentemente aprovado pelo CONEP e está em fase avançada de redação para publicação.