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Já faz um longo tempo que o debate científico sobre o tratamento da doença do COV-19 deveria ter sido tomado em suas mãos pelos órgãos da classe trabalhadora [para não mencionar as organizações médicas], em vez de ser alvo do bombardeio interesseiro da rede Globo, da alta burocracia médica/OMS, cujo profundo conflito de interesses turva a objetividade para tratar do tema das drogas [não por acaso sem patente] que podem tratar essa virose pandêmica.

No entanto, o que prevaleceu foi isso, além do circo bolsonarista da hidroxicloroquina/ivermectina – um governo reacionário que fez a mais irracional gestão da pandemia no Brasil – e, ao mesmo tempo, o descaso/deboche/binarismo de certa esquerda e da burocracia sindical no sentido de cancelar qualquer debate sobre tratamento ou providência médica que não venha das mãos suspeitas da Big Pharma. Ler aqui e aquisobre as relações incestuosas Big Pharma-OMS.

O tempo tem sido demasiado longo para as mortes que poderiam ter sido evitadas caso o debate sobre tratamento da doença do COV-19 viesse sendo levado adiante pelas organizações dos trabalhadores da saúde, por exemplo.

No entanto, nesse ínterim, o governo de extrema-direita de Bolsonaro conseguiu pautar a questão do seu jeito e, com isso, queimar o interesse de certos setores progressistas em torno do tema. Ele promoveu – por pura demagogia – um verdadeiro carnaval em torno do tratamento da doença do COV-19, especialmente pregando o uso indiscriminado e irresponsável da hidroxicloroquina.

Veja materia completa em https://www.esquerdadiario.com.br/COV-19-tem-tratamento-a-experiencia-de-uma-medica-paulista-com-a-ivermectina-Dra-L-Kerr

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